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	<title>Blog Pensante de Monique Gomes</title>
	<subtitle type="html">"A mulher &#233; o negro do mundo.
A mulher &#233; a escrava dos escravos.
Se ela tenta ser livre, tu dizes que ela n&#227;o te ama. 
Se ela pensa, tu dizes que ela quer ser homem"
John Lennon ******* Acesse o site: www.migosemigas.com.br</subtitle>
	<updated>05.03.09 08:45:11</updated>
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	<tagline>"A mulher &#233; o negro do mundo.
A mulher &#233; a escrava dos escravos.
Se ela tenta ser livre, tu dizes que ela n&#227;o te ama. 
Se ela pensa, tu dizes que ela quer ser homem"
John Lennon ******* Acesse o site: www.migosemigas.com.br</tagline>  
	   
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		    <title type="text/plain" mode="xml">Sobre o Fotolog Migos e Migas</title>
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		       <name>Monique</name>
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		    <updated>05.03.09 08:45:11</updated>
		    <published>05.03.09 08:42:49</published> 
		    <content type="text/xhtml" mode="escaped" xml:lang="pt-BR">O Fotolog do Site Migos e Migas est&#225; hospedado em novo endere&#231;o: [ http://fotolog.terra.com.br/migosemigas ]. Infelizmente o servidor do Fotolog anterior apresentou um problema e apesar da empresa ter avisado que iria desativar o servi&#231;o, eu n&#227;o transferi as imagens. Por esse motivo o novo Fotolog&#160;n&#227;o tem muitas fotos. Ontem uma pessoa me abordou na rua querendo saber onde foram parar as fotos da FEPAI... Fico devendo. Nesse final de semana vou tirar um tempo s&#243; para alimentar o site com muitas figurinhas pra voc&#234;s. </content>
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		    <title type="text/plain" mode="xml">Considera&#231;&#245;es sobre o Folha Ubajarense</title>
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		       <name>Monique</name>
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		    <updated>03.03.09 22:29:21</updated>
		    <published>03.03.09 22:14:14</published> 
		    <content type="text/xhtml" mode="escaped" xml:lang="pt-BR">A edi&#231;&#227;o do Jornal Folha Ubajarense que deveria sair nesta semana vai atrasar alguns dias em consequ&#234;ncia de algumas pend&#234;ncias. A mat&#233;ria de capa traz a revela&#231;&#227;o de um segredo que um Ubajarense guardou durante muitos anos. Fic&#231;&#227;o ou Realidade? Apesar de n&#227;o haver uma comprova&#231;&#227;o cient&#237;fica, &#233; meu trabalho publicar essa hist&#243;ria, pois a &#250;ltima testemunha viva me contou. 
O Folha Ubajarense &#233; um jornal de car&#225;ter hist&#243;rico, por esse motivo eu fa&#231;o quest&#227;o de edit&#225;-lo com um material bom que garanta a durabilidade do papel atrav&#233;s dos tempos, apesar desse detalhe tornar o impresso muito mais caro. Tenho me esfor&#231;ado no sentido de manter esse padr&#227;o de qualidade, afinal o Folha n&#227;o &#233; o tipo de publica&#231;&#227;o que pode ser usada pra enrolar sab&#227;o, como fazem com os impressos produzidos em papel jornal. 
Quem teve a oportunidade de ver o jornal editado pelo ubajarense Manoel Miranda,&#160;datado de 1909, papel amarelado e carcomido pelo tempo, deve entender a import&#226;ncia de conservar a mem&#243;ria de um povo atrav&#233;s da escrita. Toda a gente olha para aquele impresso com zelo e admira&#231;&#227;o. A nossa hist&#243;ria que muitos j&#225; testemunharam est&#225; ali, nas linhas e entrelinhas, e &#233; dessa mesma forma que os nossos netos ver&#227;o o Folha. 
Entretanto, a id&#233;ia de baixar a qualidade do papel&#160;infelizmente est&#225; sendo posta em quest&#227;o devido ao alto custo da edi&#231;&#227;o, que &#233; mantida somente pela venda dos an&#250;ncios. Da&#237; ent&#227;o teremos o mesmo jornal, s&#243; que com mil e uma utilidades, como enrolar sab&#227;o, lustrar janelas e limpar uma infinidade de coisas. </content>
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		    <title type="text/plain" mode="xml">Ramubrink&#225;?</title>
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		       <name>Monique</name>
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		    <id>http://moniquegomes.blog.terra.com.br/ramubrinka</id> 
		    <updated>24.03.09 16:35:11</updated>
		    <published>02.03.09 00:20:43</published> 
		    <content type="text/xhtml" mode="escaped" xml:lang="pt-BR">O Beach Park em Fortaleza recentemente inaugurou um espa&#231;o de entretenimento que recebeu o nome: RAMUBRINK&#193;? 
&#8220;Ramubrink&#225; na casa do $%#@&#38;*!!&#8221;, foi o que eu pensei quando vi a propaganda na tv. Se voc&#234; n&#227;o &#233; do Cear&#225;, pausa para uma breve explica&#231;&#227;o: Ramubrink&#225; n&#227;o &#233; uma nova palavra &#225;rabe que caiu no linguajar popular, n&#227;o. A tradu&#231;&#227;o dessa bizarrice &#233;: &#8220;Vamos brincar?&#8221;. 
Sou &#224; favor da preserva&#231;&#227;o da identidade de uma regi&#227;o, mas esse costume pregui&#231;oso que o cearense tem de trocar o V pelo R me incomoda um pouco. Se isso for preconceito ling&#252;&#237;stico, eu assumo. Outra chatice &#233; o gerundismo que veio da turma do telemarketing e virou praga. Eu, como estudante de Letras, estarei odiando essa perturba&#231;&#227;o enquanto viver. O pior &#233; que quando cai na boca do povo, n&#227;o tem jeito. 
S&#211; RAI NO CARRO DO R&#201;I RAIMUNDO QUEM REI. QUEM N&#195;O REI, N&#195;O RAI. </content>
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		    <title type="text/plain" mode="xml">T&#225; bom, eu vou falar sobre o Carnaval</title>
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		       <name>Monique</name>
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		    <updated>24.03.09 16:30:28</updated>
		    <published>25.02.09 12:18:43</published> 
		    <content type="text/xhtml" mode="escaped" xml:lang="pt-BR">Eu sei. Voc&#234; acessou esse humilde blog procurando por um coment&#225;rio sobre o Carnaval. Geralmente eu n&#227;o escrevo sobre datas festivas desse tipo porque isso &#233; muito previs&#237;vel, mas vou abrir uma exce&#231;&#227;o para falar n&#227;o sobre o Carnaval de modo geral, mas o Carnaval que meus olhos viram. Primeiro que eu n&#227;o sabia que som de pared&#227;o era uma disputa. Onde tem um pared&#227;o tocando, tem outro do lado. O pared&#227;o que conseguir estourar os t&#237;mpanos de uma quantidade maior de pessoas ganha. Mas &#233; uma batida legal, claro. Voc&#234; sai surda, mas tem um som de qualidade. 
N&#227;o tive tempo de me desculpar pessoalmente porque ela estava ocupada vociferando palavr&#245;es escabrosos contra a minha pessoa, mas o fa&#231;o agora. Caso esteja me lendo, me desculpe por fazer voc&#234; se estabacar no ch&#227;o, querida desconhecida. Mas voc&#234; deveria estar mais atenta, porque quando algu&#233;m est&#225; pulando em sentido lateral direito, &#233; natural que retorne ao ponto de partida. 
Acordei nessa quarta-feira de cinzas sentindo a necessidade de usar uma cadeira de rodas, s&#243; pra me poupar da dor de pisar no ch&#227;o. Gosto de sambar, mas isso me custou um serial killer infind&#225;vel de calos nos p&#233;s. O ch&#227;o hoje est&#225; impis&#225;vel, se &#233; que existe essa palavra. Como se n&#227;o bastassem os calos, sofri in&#250;meros pis&#245;es de todo tipo de t&#234;nis, sapato e ponta de sand&#225;lia. Acho que eu mesma contribu&#237; pra isso acontecer, porque quando o vocalista mandava a multid&#227;o pular pra esquerda eu pulava pra o lado oposto, quando todo mundo seguia pulando pra frente eu pulava pra tr&#225;s. E eram muitos p&#233;s, muitos mesmo. 
A dan&#231;a tem uma expressividade impressionante. Se voc&#234; &#233; mulher e n&#227;o t&#225; a fim de &#8220;ficar&#8221; isso se torna expl&#237;cito atrav&#233;s da dan&#231;a. Os homens te olham com uma cara de quem deseja uma aproxima&#231;&#227;o, mas com a certeza de que ser&#227;o dispensados. 
&#201; isso. 
Receitas caseiras para curar calos ser&#227;o bem-vindas. </content>
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		    <title type="text/plain" mode="xml">A caixa de correios</title>
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		       <name>Monique</name>
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		    <updated>18.02.09 15:49:26</updated>
		    <published>18.02.09 15:47:41</published> 
		    <content type="text/xhtml" mode="escaped" xml:lang="pt-BR">At&#233; outro dia eu tava matutando sobre a caixa de correios e exatamente hoje ela fugiu da regra, por isso falarei sobre ela. A caixa de correios, esse objeto inanimado que est&#225; instalado na entrada das nossas casas, &#233; a coisa mais sem criatividade que pode existir. Quem tem uma caixa de corrreios jamais &#233; surpreendido, porque o conte&#250;do &#233; sempre previs&#237;vel: contas a pagar. Voc&#234; nunca vai abrir a sua caixa de correios e encontrar um bilhetinho rom&#226;ntico, um bombom sonho de valsa, um poema ou um comunicado de que ganhou um pr&#234;mio, s&#227;o sempre d&#237;vidas. Hoje foi o dia da exce&#231;&#227;o, quando meu amigo Pereira Neto me enviou a foto de seu pai, Dr. Nabuco Pereira, e mandou um e-mail dizendo assim: &#8220;Monique, deixei os retratos na sua caixa de correio&#8221;. Respondi: &#8220;Amigo, voc&#234; esqueceu de anexar, n&#227;o recebi&#8221;. Adivinha. Era a caixa de correios tradicional, n&#227;o a virtual. </content>
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