Blog Pensante de Monique Gomes

"A mulher é o negro do mundo. A mulher é a escrava dos escravos. Se ela tenta ser livre, tu dizes que ela não te ama. Se ela pensa, tu dizes que ela quer ser homem" John Lennon ******* Acesse o site: www.migosemigas.com.br

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"A mulher é o negro do mundo. A mulher é a escrava dos escravos. Se ela tenta ser livre, tu dizes que ela não te ama. Se ela pensa, tu dizes que ela quer ser homem" John Lennon ******* Acesse o site: www.migosemigas.com.br
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Terra Blog

05.03.09

Sobre o Fotolog Migos e Migas

O Fotolog do Site Migos e Migas está hospedado em novo endereço: [ http://fotolog.terra.com.br/migosemigas ]. Infelizmente o servidor do Fotolog anterior apresentou um problema e apesar da empresa ter avisado que iria desativar o serviço, eu não transferi as imagens. Por esse motivo o novo Fotolog não tem muitas fotos. Ontem uma pessoa me abordou na rua querendo saber onde foram parar as fotos da FEPAI... Fico devendo. Nesse final de semana vou tirar um tempo só para alimentar o site com muitas figurinhas pra vocês.

03.03.09

Considerações sobre o Folha Ubajarense

categorias: Folha Ubajarense

A edição do Jornal Folha Ubajarense que deveria sair nesta semana vai atrasar alguns dias em consequência de algumas pendências. A matéria de capa traz a revelação de um segredo que um Ubajarense guardou durante muitos anos. Ficção ou Realidade? Apesar de não haver uma comprovação científica, é meu trabalho publicar essa história, pois a última testemunha viva me contou.


O Folha Ubajarense é um jornal de caráter histórico, por esse motivo eu faço questão de editá-lo com um material bom que garanta a durabilidade do papel através dos tempos, apesar desse detalhe tornar o impresso muito mais caro. Tenho me esforçado no sentido de manter esse padrão de qualidade, afinal o Folha não é o tipo de publicação que pode ser usada pra enrolar sabão, como fazem com os impressos produzidos em papel jornal.


Quem teve a oportunidade de ver o jornal editado pelo ubajarense Manoel Miranda, datado de 1909, papel amarelado e carcomido pelo tempo, deve entender a importância de conservar a memória de um povo através da escrita. Toda a gente olha para aquele impresso com zelo e admiração. A nossa história que muitos já testemunharam está ali, nas linhas e entrelinhas, e é dessa mesma forma que os nossos netos verão o Folha.


Entretanto, a idéia de baixar a qualidade do papel infelizmente está sendo posta em questão devido ao alto custo da edição, que é mantida somente pela venda dos anúncios. Daí então teremos o mesmo jornal, só que com mil e uma utilidades, como enrolar sabão, lustrar janelas e limpar uma infinidade de coisas.

02.03.09

Ramubrinká?

O Beach Park em Fortaleza recentemente inaugurou um espaço de entretenimento que recebeu o nome: RAMUBRINKÁ?


“Ramubrinká na casa do $%#@&*!!”, foi o que eu pensei quando vi a propaganda na tv. Se você não é do Ceará, pausa para uma breve explicação: Ramubrinká não é uma nova palavra árabe que caiu no linguajar popular, não. A tradução dessa bizarrice é: “Vamos brincar?”.


Sou à favor da preservação da identidade de uma região, mas esse costume preguiçoso que o cearense tem de trocar o V pelo R me incomoda um pouco. Se isso for preconceito lingüístico, eu assumo. Outra chatice é o gerundismo que veio da turma do telemarketing e virou praga. Eu, como estudante de Letras, estarei odiando essa perturbação enquanto viver. O pior é que quando cai na boca do povo, não tem jeito.


SÓ RAI NO CARRO DO RÉI RAIMUNDO QUEM REI.
QUEM NÃO REI, NÃO RAI.

25.02.09

Tá bom, eu vou falar sobre o Carnaval

Eu sei. Você acessou esse humilde blog procurando por um comentário sobre o Carnaval. Geralmente eu não escrevo sobre datas festivas desse tipo porque isso é muito previsível, mas vou abrir uma exceção para falar não sobre o Carnaval de modo geral, mas o Carnaval que meus olhos viram. Primeiro que eu não sabia que som de paredão era uma disputa. Onde tem um paredão tocando, tem outro do lado. O paredão que conseguir estourar os tímpanos de uma quantidade maior de pessoas ganha. Mas é uma batida legal, claro. Você sai surda, mas tem um som de qualidade.


Não tive tempo de me desculpar pessoalmente porque ela estava ocupada vociferando palavrões escabrosos contra a minha pessoa, mas o faço agora. Caso esteja me lendo, me desculpe por fazer você se estabacar no chão, querida desconhecida. Mas você deveria estar mais atenta, porque quando alguém está pulando em sentido lateral direito, é natural que retorne ao ponto de partida.


Acordei nessa quarta-feira de cinzas sentindo a necessidade de usar uma cadeira de rodas, só pra me poupar da dor de pisar no chão. Gosto de sambar, mas isso me custou um serial killer infindável de calos nos pés. O chão hoje está impisável, se é que existe essa palavra. Como se não bastassem os calos, sofri inúmeros pisões de todo tipo de tênis, sapato e ponta de sandália. Acho que eu mesma contribuí pra isso acontecer, porque quando o vocalista mandava a multidão pular pra esquerda eu pulava pra o lado oposto, quando todo mundo seguia pulando pra frente eu pulava pra trás. E eram muitos pés, muitos mesmo.


A dança tem uma expressividade impressionante. Se você é mulher e não tá a fim de “ficar” isso se torna explícito através da dança. Os homens te olham com uma cara de quem deseja uma aproximação, mas com a certeza de que serão dispensados.


É isso.


Receitas caseiras para curar calos serão bem-vindas.

18.02.09

A caixa de correios

Até outro dia eu tava matutando sobre a caixa de correios e exatamente hoje ela fugiu da regra, por isso falarei sobre ela. A caixa de correios, esse objeto inanimado que está instalado na entrada das nossas casas, é a coisa mais sem criatividade que pode existir. Quem tem uma caixa de corrreios jamais é surpreendido, porque o conteúdo é sempre previsível: contas a pagar. Você nunca vai abrir a sua caixa de correios e encontrar um bilhetinho romântico, um bombom sonho de valsa, um poema ou um comunicado de que ganhou um prêmio, são sempre dívidas. Hoje foi o dia da exceção, quando meu amigo Pereira Neto me enviou a foto de seu pai, Dr. Nabuco Pereira, e mandou um e-mail dizendo assim: “Monique, deixei os retratos na sua caixa de correio”. Respondi: “Amigo, você esqueceu de anexar, não recebi”. Adivinha. Era a caixa de correios tradicional, não a virtual.